Colegas ajudaram-na a abortar bebé de cinco meses, via AAA.
Perante esta notícia absolutamente horrível é difícil articular algumas frases. Mas, sinceramente, nestes casos de “miúdas novas” que não têm maturidade para pesar as consequências destes actos tão graves e perdem a cabeça e fazem uma estupidez que as vai perseguir o resto da vida, penso que a culpa está menos do seu lado do que daqueles que andam por aí a falar a a escrever na comunicação social que o Cytotec é um medicamento abortivo (quase a promover a sua utilização), que apesar de dispostos a pagarem um aborto a uma mulher não padecem da mesma generosidade quando se trata de apoiar (psicologicamente, materialmente, dando informações, o que seja) uma grávida em dificuldades, que, no fundo, falam de (e legislam sobre) um aborto como se fosse um acto inócuo e limpo pelo qual não há consequências para a mãe nem para aquele “amontoado de células” que é o embrião – podendo-se fazer tantos abortos quantos se queira, porque aquela história da legalização querer terminar com a repetição de abortos já se percebeu que era treta, que claro que não se pode obrigar as senhoras a quem se paga um aborto no SNS a ir a uma consulta de planeamento familiar, isso seria uma intolerável intromissão na sua liberdade – que, de facto, criam um clima moral onde um aborto não é grave, é até, talvez, uma solução conveniente, força a usá-la.
Esta “miúda” de vinte anos devia pedir explicações a quem anda a promover tão solicitamente o aborto neste país. Nesta idade ainda se é (muito) sugestionável.


[...] sobre esta notícia, Maria João Marques salienta o papel das madrinhas do Cytotec na comunicação social: Nem sei bem o que [...]