Publicado por: Maria João Marques | Maio 21, 2008

Bookmania

O bom-senso e a vontade de fazer um bom negócio prevaleceu e vai haver feira do livro este ano, diz-me o Público. Uf… É verdade que já foi um momento que eu aproveitasse mais, agora o meu fornecedor principal é a Amazon.co.uk – e todos os dias eu deveria dar graças pelo fabuloso serviço da Amazon de venda de livros em segunda mão, que me tem permitido comprar algumas preciosidades (no meu humilde critério; o que quer dizer livros que eu queria mesmo ter e ler, não livros muito caros ou raros). As traduções em Portugal são quase sempre medíocres quando não são absolutamente vergonhosas. Ler no original ou, quando o original não está acessível por falta de dons poliglotas, bem traduzido para inglês é infinitamente mais compensador. Mas, voltando ao assunto que me trouxe ao teclado, estou satisfeita pela realização da feira do livro. Pela primeira vez vou à feira do livro com o meu filho, que vai delirar com os livros do Ruca, do Noddy e de bonecos a que dedique semelhante afeição. Quem sabe vou começar a comprar-lhe a sua própria colecção do Tintin (eu recordo-me das atrocidades cometidas por mim nos livros dos meus irmãos mais velhos e não estou nada com vontade que destino semelhante atormente os meus tintins!) (sim, eu sou possessiva com os meus livros). E muitas pessoas vão ser informadas que “os livros todos são da mãe”, à semelhança do que acontece nas perfumarias (ou em anúncios de televisão), onde os cremes e perfumes todos (excepto os casos muito concretos do perfume e cremes do pai) são da mãe. Eu, quanto aos livros, garanto, nem com más traduções me importava.


Respostas

  1. prevaleceu a vontade de fazer um bom negócio de de continuar algo que vale realmente a pena. como sempre, lá irei também!

  2. ontem à noite já lá estive, só por um bocadinho e num lado que só tinha barraquinhas da APEL. Lá voltarei para as barraquinhas da Leya, de preferência com melhor tempo…


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