“Em comunicação ao País, Cavaco Silva afirma estar em causa a relação de poder entre os órgãos de soberania, denunciando a «situação absurda» criada pelo Estatuto dos Açores, que obriga o Presidente da República a ouvir partidos, Conselho de Estado, Governo Regional e a própria Assembleia Regional em caso de dissolução do parlamento açoriano, algo que o chefe de Estado considera ser «um precedente muito grave».”
O PS teve uma vitória de Pirro. Cavaco – que foi muito claro e acusou o PM, por intermédio do PS, de deslealdade institucional ao insistir na lei “absurda” e disse claramente que esta birra é apenas um jogo partidário que se sobrepôs, nas prioridades do PM, aos interesses nacionais – trabalhará discretamente a partir de agora para tornar a maioria absoluta de Sócrates em 2009 apenas uma doce mas distante miragem. E, havendo maioria relativa em 2009, Sócrates que se cuide.












