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Arquivos para a Categoria ‘Puericultura’

«Investigadores da Universidade de Johns Hopkins em Baltimore, EUA, anunciaram ontem a cura de um bebé que nasceu com o vírus da imunodeficiência humana (VIH).

A confirmar-se, este será o primeiro caso de um bebé a vencer a sida, depois de um adulto com leucemia também ter ficado curado ao receber, em 2007, um transplante de medula óssea de um doador geneticamente resistente ao VIH.

A bebé alegadamente curada nasceu prematuramente em 2010 no Mississipi, sul dos Estados Unidos, e com cerca de 30 horas de vida começou a ser submetida a um intenso tratamento com anti-retrovirais. A gravidez não foi acompanhada por um médico e a mãe, que terá transmitido o vírus ao bebé, desconhecia estar infetada pelo VIH.

Em vez de seguir o protocolo médico para estes casos, que passa pela administração de medicamentos como medida profilática, a pediatra que tratou a bebé, Hannah Gay, iniciou de imediato um coktail de três fármacos que levou a uma redução rápida do nível de vírus no organismo da criança.

Quando a criança tinha um mês, garante Hannah Gay, não se conseguiram detetar vírus e assim foi até aos 18 meses, altura em que a mãe deixou de aparecer com a bebé nas consultas.

Cinco meses depois, mãe e filha regressaram ao hospital, tendo a médica pedido novas análises. “Para minha surpresa, todos os testes continuavam a ser negatidos”, disse Hannah Gay. [...]

Ainda que reconheça necessitar de mais provas de que o tratamento realizado pelo bebé do Mississipi terá os mesmos resultados noutros recém-nascidos, os investigadores acreditam agora que o VIH poderá ser curado noutras crianças.»

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Guerra do leite

breastfeeding

Para os americanos – neste caso, as americanas - tudo é uma guerra, como se uma mulher decidir amamentar fosse uma crítica feroz às mães que não amamentam em vez de uma decisão sobre o que de melhor uma mãe pode fazer para a saúde (e, nos primeiros tempos de vida, felicidade) do seu bebé; ou como se uma mulher que decide não amamentar o faça para chamar criaturas anacrónicas às mães que amamentam. Isto é tudo um disparate, mas pelo menos nos Estados Unidos a informação circula, é escrutinada, está disponível para uma mãe escolher. Por cá nada se sabe, nos hospitais, centros de saúde, whatever, a informação aconselha difusamente a amamentação sem qualquer real ajuda concreta. A mim, que amamentei muito tempo os meus dois filhos (e adorei), valeu-me a internet, tanto para as informações que enformaram a minha decisão como para a resolução de situações concretas de fácil tratamento que podem ser dolorosas e fatais para a decisão de continuar a amamentar se nada for feito. (Porque a informação que o meu obstetra me deu – ‘as mães e os bebés sabem naturalmente amamentar’ – é, enfim, treta).

Numa altura em que se fala de prevenção de doenças para garantir a sustentabilidade financeira do SNS - aparentemente o único fim que interessa a este nosso governo – talvez fosse bom começar uma grande campanha de promoção da amamentação nas maternidades portuguesas. Assim as variáveis que interessam a este nosso governo poderiam ter evolução positiva: menos custos tratando doenças de recém-nascidos evitáveis com a amamentação, fornecendo gratuitamente leite em fórmula a famílias sem recursos para os pagar e por aí adiante.

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Lamentável não é o governo ter de legislar para impedir o fumo em lugares tão exíguos como um carro quando estejam menores presentes (já agora, um menor não pode comprar tabaco, porque razão há de o aspirar de outrém?) mas sim ter de o fazer porque determinados indivíduos o continuam a fazer sabendo o mal que isso acarreta. A nossa liberdade acaba quando colocamos em causa a liberdade dos outros, convém não esquecer. Se for em frente com a medida está o Ministro da Saúde de parabéns, porque para além de necessária a medida é útil no sentido próprio do termo. Ouve-se e lê-se alguns comentários e parece que estamos perante uma medida eugénica do estado, for God´s sake! Será que a troika também levou o juízo da malta?

Sou fumador. Não fumo (nem nunca fumei) em casa ou carro, nem em qualquer outro lugar fechado desde que a atual lei foi aprovada. Não custa nada.

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Natal: a vida a pulsar. O nosso farmacêutico mais profícuo, André Correia, lembra isso mesmo aqui.

Há muitas formas de acarinhar e proteger a vida e isso é o essencial do Natal: a maternidade-paternidade, a atenção, a protecção, o cuidado, o amor discreto e diário, a disponibilidade e receptividade, a tranquilidade e o silêncio, a canção trauteada devagarinho, o embalar, o abraço e o colo, o ânimo e a inspiração, o sorriso luminoso.

Muito mais profundo do que as palavras, e as palavras são importantes, é o gesto, o calor e o carinho. São as sensações que ficam a estruturar caminhos futuros. A vida é esse fio frágil que seguramos e podemos perder com a maior facilidade. Para estarmos atentos ao essencial tivemos de viver o amor inicial. Essa memoria original fica impressa em todas as nossas células.

É essa a essência do Natal: recuperarmos a nossa origem, a fonte, abrir bem os olhos como se pela primeira vez e respirar profundamente. Gritar de novo, se for preciso. O milagre da vida manifesta-se em cada um de nós, mesmo sem disso termos consciência.

Como ultimamente tenho andado muito à volta do piano de Sakamoto, aqui vai este natalício Amore (não, não é o Mr. Lawrence, mas podia também ser…)

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Passou-se assim. Íamos os dois no carro já não me lembro para onde e foi-me dito ‘Mãe, sabe?, poupar é uma porcaria. Quando poupamos não vamos a tempo para comprar as coisas que queremos.’ Sem saber bem de onde vinha aquela sanha contra a poupança – temi por instantes que o controle parental da televisão houvesse colapsado e o meu filho tivesse ouvido o que de mais perigoso se pode ver em televisão lá em casa: algum daqueles discursos do homónimo de um grande filósofo grego que para nossa desgraça nos governa e que, como é sabido, vive numa realidade desconhecida para os restantes portugueses e, consequentemente com esse paraíso verdejante onde apenas ele vive, tivesse ouvido uma promoção desregrada do endividamento do país (sim, bastante mais perigoso para qualquer idade do que qualquer cena sensual em demasia para a tenra idade duma fox) – lá expliquei que as pessoas poupam por duas razões: porque podem ter épocas de pouco dinheiro no futuro e, assim, já têm algum dinheiro poupado para ajudar a sobreviver nessas épocas difíceis; e, sobretudo, porque se pouparem dinheiro vão ganhar mais dinheiro ainda e vão conseguir comprar mais coisas no futuro do que comprariam hoje.

Não o convenci. O que, tendo em conta a noção de futuro de uma criança de cinco anos, até se percebe. Já é mais difícil de compreender e justificar em adultos que por acaso militam no PS.

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E o Público também já reparou na Amy Chua, colocando a matiz na rivalidade civilizacional entre as duas actuais superpotências: Estados Unidos e China. Rivalidade um tudo-nada exagerada, afinal falamos de estilos de maternidade e as chinesas (da China ou dos EUA) já se distanciaram com veemência dos métodos arcaicos de Amy Chua. Talvez nas provínias de Xi’an, lá para o interior da China, as tiger mothers continuem em maioria.

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Sendo eu mãe – e gostando de ser, e dedicando muito tempo a praticar e a preparar-me para a prática – estou sempre atenta ao que se vai escrevendo desta temática. Sobretudo nos Estados Unidos que, como se sabe, é a pátria de todos os maluquinhos extremistas em todas as áreas do conhecimento e, inevitavelmente, nas teorias – e nas práticas – sobre como se deve educar a criançada. A última polémica gira em torno de um extracto publicado no Wall Street Journal sobre um livro de Amy Chua (sino-americana de segunda geração e professora da Yale Law School) onde conta como educou as suas filhas the chinese way – ainda que nem todas as chinesas concordem com a caracterização. A saber: regras rígidas, exigência máxima, total desatenção às personalidades e desejos das crianças e adolescentes, tudo misturado com alguma crueldade. O escândalo e o repúdio foram imediatos, desde logo na comunidade chinesa dos Estados Unidos, que não se reviu em métodos tão crús. Nem sequer apaziguados pelas nuances introduzidas pela própria Amy Chua ou pelas más figuras que os pais excessivamente permissivos também fazem. Isto dito, e estando eu a procurar o meu caminho, se as regras (com lógica e senso) são benéficas, se não se pode deixar uma criança de dez anos a tomar as decisões sobre a sua vida, se se deve deixar claro que o esforço e o mérito são valores a cultivar, há que reconhecer que uma boa auto-estima também é essencial para o sucesso – e para a felicidade! – e que nunca me veria  a atentar contra a individualidade dos meus filhos. Além de que espero criar pessoas com espírito crítico e opinativas, características a usar, preferencialmente, com compaixão.

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Da educação

Uma das “exigências” educativas que a mim mesmo me imputei, no que respeita aos meus filhos, foi a necessidade de terem uma instrução musical mais abrangente e aprenderem um instrumento (o mais velho escolheu piano e o do meio a guitarra clássica). Como é evidente, tive de optar por um ensino privado; a educação musical do ensino básico é sofrível, com uma carga horária miserável e um programa minimilista. Gostava de viver num país que investisse mais nesta área, e não apenas por razões culturais – Lisboa nunca será Viena. O que tenho a certeza absoluta é que esta actividade extracurricular que lhes proporciono melhora significativamente a sua capacidade de aprender, estarem atentos e concentrados, e ao mesmo tempo procurarem sistematicamente superar-se. Tudo isto a música dá-lhes um pouco mais, e tenho pena que só alguns privilegiados possam garantir esta valência. Isto sim, deveria ser um desiderato nacional, em vez das frivolidades (Área de Projecto, Formação Humana, Projecto de Enriquecimento Instrumental and so on) que vão ocupando os horários dos nossos estudantes.

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‘Mãe, porque é que a fada madrinha mudou o vestido da Cinderela para sempre [quando ela calçou o sapatinho] e quando a Cinderela foi ao baile só mudou o vestido até à meia-noite?’

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“Os homens enfrentam as mesmas dificuldades que as mulheres tinham nos anos 70: como ser um bom pai e um bom profissional?”

(Uma nota ao lado do ponto do post: ainda bem que as dificuldades das mulheres com a conciliação de trabalho e criançada são águas passadas, coisas datadas da década de 70; ainda bem que agora é tudo muito fácil, começando pelo tempo inesgotável de que dispomos para dedicarmos à carreira, aos filhos, ao casamento e, last but not the least, a nós próprias; só é pena que as minha amigas e eu, em decidido estilo retro, continuemos decididas a viver estas dificuldades de yummy mummies).

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Vou agora para a quarta temporada do West Wing (série que a população adulta lá de casa simplesmente venera). Vi hoje aquele momento ímpar em que o Toby e o Josh, depois de perderem a motorcade presidencial no meio do Indiana, percebem que não vão conseguir apanhar o avião presidencial porque um distrito não muda a hora no Verão (com o meu filho a olhar para mim, espantado, pela intensidade do meu riso). Não sei se irei ver a sétima temporada (a pior, que acompanha um candidato democrata hispânico, inspirado em Obama, num raro caso de realidade a imitar a ficção). E já sei que a partir da quinta temporada, com a saída do criador da série e argumentista das quatro primeiras, Aaron Sorkin, o tédio começa a instalar-se. Mas as primeiras quatro temporadas são televisão vintage. Os argumentistas ainda percebem que estão a fazer televisão e não (tentando a) política; e o argumento, a par da intriga política, de meia dúzia de histórias sobre a vida pessoal dos protagonistas, de atentados e ameaças ao presidente, de traições várias, de histórias (na maioria) bem contadas, ainda nos oferece momentos hilariantes em que uma ou duas sonoras gargalhadas se impõem. Até se perdoa a propaganda esquerdista de que a série não se separa. A partir da quinta temporada a luz é mais escura, os argumentistas levam-se mais a sério, as lamechices acentuam-se, o humor vai-se perdendo.

Mais West Wing: … se ao menos o Obama tivesse o humor de Bartlet!!; Super-Sócrates.

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A propósito de presépios, o de cá de casa anda animado. Adequado à idade de metade do agregado familiar, tem umas figuras coloridas (num material não identificado que faz lembrar a plasticina mas em versão dura) e um cenário, um triptíco que replica as cores das figuras e funciona como pano de fundo do presépio. A criança mais velha (a quem já foi contada a hstória do Menino Jesus) rejubila com todo o conjunto, mas o que o entretém mesmo mais é esconder o Menino Jesus, Maria, José e os Magos atrás do acima mencionado cenário. Talvez dentro de umas décadas eu perceba que tendência religiosa o move.

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Ah, pronto, se His Royal Highness pede que a cimeira de Copenhaga salve o mundo (regardless das trapalhadas que a religião ambientalista cria), então os senhores delegados nada mais têm a fazer que obedecer.

(Escrevo isto enquanto bebo uma tisana de funcho Duchy Originals – sim, que eu sou menina dada aos orgânicos – para melhorar o trânsito intestinal da criança que amamento).

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Foi depois do meu filho mais velho nascer (e, em consequência, passar muito mais horas a ver televisão do que costumava, durante a amamentação, colo para adormecer e outras actividades relacionadas) que comecei a ver as Gilmore Girls (com uma tradução para português parva que já esqueci). Pelas mesmas razões regressei, agora às lides televisivas e às Gilmore Girls.

Não se deixem enganar: está longe de ser uma série de culto. Há muitas voltas do argumento que se explicam somente pela necessidade de continuar a série à volta dos mesmos temas (o insucesso amoroso da gilmore-girl-mãe é um deles, tendo os seus casos românticos fins e reviravoltas que não são nada se não previsíveis), a relação entre a mãe e a filha que é o epicentro da série é utópica e, por isso, desinteressante (a mãe é primeiro amiga do que mãe, mas tem uma imensa autoridade sobre a filha, e a filha apesar de ter uma vida com poucos limites é a pessoa mais sensata do mundo, e por aí adiante com outras maravilhas), as duas personagens principais são muito formatadas pelo ‘familiarmente progessista correcto’ americano,…

Mas também não desesperem: a série é muito divertida e vale a pena ver. Tem um conjunto de personagens engraçadas e peculiares: os pais/avós das Gilmore, antíteses da filha, certinhos, ricos (o que resulta também nas partes mais suculentas dos episódios, com todos os ressentimentos, mal-entendidos, desconfianças existentes entre pais e filha); o Luke, dono do café e parte importante da vida das protagonistas (o Luke e o café); os habitantes da cidadezinha do Connecticut onde vivem as Gilmore, destacando eu o Kirk (rapaz dos sete ofícios, sem carreira, sem namorada e a quem a vida corre geralmente mal) e o Taylor (o town magistrate, homem empreendedor e participativo, que sonha em ser dono de Stars Hollow e gosta de regular a vida dos outros); o namorado desadaptado e a amiga problemática do colégio posh da gilmore-filha. Os diálogos (porventura o melhor da série) sucedem-se vertiginosamente, espirituosos e com inúmeras referências à literatura, ao cinema, à política e à cultura pop. As várias actividades que os excêntricos moradores de Stars Hollow inventam e que impingem mesmo aos mais reticentes (de resto, uma minoria). Por fim, as reuniões da associação de moradores (ou outra instância equivalente, numa demonstração de subsidariedade e de democracia descentralizada que é, só por si, um regalo). Nestas, o mencionado Taylor geralmente incompatibiliza-se com outro qualquer residente, geralmente o Luke, a propósito de decisões como o que fazer para angariar fundos para restaurar a ponte do jardim, se se permite trovadores (e quantos) na cidade, se Luke deve ou não pintar o seu restaurante,… São reuniões animadas, de discussão franca e aberta e, sobretudo, divertidas. Lembrei-me delas no passado dia 2 no encontro do Instituto Sá Carneiro, com as reacções encaloradas às palavras do Miguel Morgado.

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vertigo

Seguido de – para manter a dupla James Stewart e Kim Novak (ainda mais gira neste que se segue, apesar daquelas sobrancelhas demasiado compridas, e vestida por um excelente guarda-roupa de Edith Head, não só naquela estética hiper-feminina dos anos 50, que eu muito cobiço, como realçando a mudança da personagem) – uma incursão pela temática das bruxas, tão do agrado do imaginário norte-americano.

bell book and candle

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adam´s rib

A guerra dos sexos no seu auge. (Fora do cinema a guerra dos sexos faz tanto sentido como a luta de classes. Nenhum. Até porque as mulheres inteligentes – e, claro, incluem-se aqui as sucedâneas da Lorelai Lee – ganham sempre.)

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Não sei onde está o dvd de The Philadelphia Story, que tem porventura o trio de actores mais formidavel de sempre.

philadelphia story

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poirot

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madness king george

 

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anatomy of a murder

Quase apetece um ciclo James Stewart, um grande actor e um bom homem, mas só se for na fase tardia da carreira, talvez os Hitchcocks. Não quero ir parar ao Mr Smith Goes to Washington; a política para os lados do PSD já é – e, parece-me, continuará a ser – deprimente o suficiente, e para vilões assassinos de carácter (enfim, é aquilo a que aspiram, felizmente com o pouco talento de que dispõem não singram) já temos na vida real meia dúzia de passoscoelhistas.

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northanger abbey

If I may, sugiro a leitura deste post, onde lá para o fim se aprecia o que está na imagem acima.

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an affair to remember

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imitation of life

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