A mão visível

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O Ministério da Saúde quer dar preferência aos não farmacêuticos na abertura de novas farmácias. Assim, estes profissionais não só perdem o exclusivo da propriedade como ficam em desvantagem competitiva nos concursos que vão ser lançados. De acordo com um projecto de regulamentação, que já foi comunicado aos parceiros do sector, os farmacêuticos podem candidatar-se às novas farmácias, mas será dada prioridade ao resto da população que queira entrar neste negócio pela primeira vez.

A legislação que retira o exclusivo da propriedade destes estabelecimentos aos licenciados em farmácia entra em vigor no próximo mês. As regras para as candidaturas às novas farmácias (que rondam as 350) são um dos pontos que falta regulamentar e que, ao que apurou o DN, está agora em fase de redacção final, já depois de terem sido consultados os parceiros. Por não estar terminada, o Ministério da Saúde não comenta o assunto.

Esta entrada foi publicada em Vacinas. ligação permanente.

Uma resposta a A mão visível

  1. Carmex diz:

    Como diz a Helena Matos no Blasfémias, “A nossa sina é a doideira em forma de diploma”.

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