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Tudo pessoas sérias, como se vê

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Ainda sobre o número de abortos efectivamente feitos e os números muito superiores que são apontados pelos defensores da legalização do aborto antes dessa legalização existir, leiam-se as palavras de um médico norte-americano que defendeu a legalização, fez abortos em 75.000 mulheres e, depois, se arrependeu.

 “Anunciámos à comunicação social que tínhamos efectuado sondagens e que 60% dos americanos estavam a favor da liberalização do aborto. Esta é a táctica da mentira auto-sustentada. Poucas são as pessoas que querem estar em minoria. Fabricámos o número de abortos ilegais feitos anualmente nos Estados Unidos de modo a despertarmos a simpatia suficiente para conseguirmos vender o nosso programa de aborto livre. Os números reais eram próximos dos 100.000 mas o número que sistematicamente dávamos à comunicação social era de 1.000.000. A repetição de uma grande mentira é geralmente suficiente para convencer o público. O número das mulheres que morriam por aborto ilegal rondava os 200 a 250 anuais. O valor com que sistematicamente alimentávamos a comunicação social era de 10.000. Estes falsos valores enraizaram-se na consciência dos americanos, convencendo muita gente de que era imperioso dar cabo da lei do aborto. Um outro mito com que alimentámos o público através da comunicação social era que a legalização do aborto significaria apenas que os abortos que eram então feitos de forma ilegal passariam a ser feitos legalmente. O facto é que, evidentemente, o aborto está a ser usado hoje nos Estados Unidos como o principal método contraceptivo e o número anual de abortos aumentou de 1.500% desde a entrada em vigor da lei.”
Dr. Bernard Nathanson
(os bolds são meus)

Podem ler as restantes tácticas de desinformação e mentira usadas nos EUA em finais dos anos sessenta, inícios de setenta – e em Portugal em 2006/2007 – aqui.

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