Então eu não ando a dizer que me chamo carmex?!

Esta nossa casa foi visitada pela ilustre Fernanda Câncio. Em primeiro lugar – que uma educação cristã tem destas coisas – seja muito bem vinda, Fernanda, e volte sempre que quiser.

 A Fernanda teve a amabilidade de escrever sobre mim no seu blogue, pelo que coloco aqui o meu comentário ao seu post, visto que o 5 Dias tem moderação de comentários e demoram a ficarem disponíveis.

 Por favor não olhem para o vosso lado direito, onde por baixo de Carmex diz “Maria João Marques”, que eu quero continuar anónima. Obrigada.

Oh minha cara Fernanda, então muito obrigada pela publicidade ao blogue, que confesso não esperava.

Quanto ao pseudónimo, está simplesmente a mentir. Por graça devido ao blogue se chamar farmácia central, todos os contribuintes adoptaram um nome de alguma coisa que se vende numa farmácia (estou a explicar devagarinho, para ver se percebe), mas estamos todos identificados ao lado, porque se há coisa que eu nunca na vida fiz foi criticar alguém sem ser de viva voz, de olhos nos olhos ou com o meu nome disponível, segundo os contextos.

Quanto ao artigo, não o percebeu, mas nada surprendente. Remete para algo que já falei aqui e que me irrita de sobremaneira: a mania que os jornalistas têm de dar opiniões no meio de notícias, onde as opiniões não se querem para nada. Foi o que fez, qualificando de normal a continuidade do aborto clandestino, culpando os movimentos anti-aborto da confusão existente e terminando com aquela frase apologética de uma abortadeira que ela própria já fez 3 ou 4 abortos (não sou eu que não me lembro, é a senhora que já não sabe). Mas nem vale a pena explicar isto, porque quem ler o meu post percebe muito bem o que eu quis dizer: tal como percebe quem ler o seu artigo.

Mas não sei se vale muito a pena continuar com a discussão do aborto; agora o que há a fazer é ajudar as instituições que ajudam grávidas em dificuldades a levar a gravidez até ao fim. Até porque no post que também linkou deve perceber a seriedade nesta matéria que eu atribuo a quem andou a fazer campanha pelo sim.

Ah, e a ideia da cruzada também foi engraçada! Como vê, devo ter sido a musa inspiradora das últimas colecções do Galliano para a Dior.

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2 respostas a Então eu não ando a dizer que me chamo carmex?!

  1. AAC diz:

    Só uma alfinetada: porque é que ainda se dá ao trabalho de discutir (d)estas coisas com a prosadora de letra minúscula da blogoesfera nacional? Não se canse, poruqe não vale a pena. Não há quem meta juízo naquela cabecinha…

  2. Carmex diz:

    Caro André, no caso presente sinto-me obrigada a mostrar que não andei a escrever posts sobre a Fernanda Câncio sob pseudónimo, o que foi uma acusação reles que ela me fez.

    Nos restantes dias confesso que acho alguma piada ir lá irritá-la com o contraditório ao poço de disparates que a FC escreve sobre religião e Igreja. Não é nada cristão, confesso, mas dá algum gozo com a interlocutora em causa.

    Mas tem razão, juízo naquela cabecinha – pelo menos nestas matérias – é muito difícil.

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