Blogging

Confesso que gostaria mesmo de “ser” físico. Considero que são uns “privilegiados” porque estudam, analisam e compreendem os fenómenos que ocorrem a todos os níveis, em todos os tempos e dimensões.

A propósito desta nova ideia do MAI de colocar um dístico em cada condutor relativamente ao número de sinistros obtido, senti imediatamente uma repulsa sem perceber de onde me vinha a náusea.

A teoria do flip-flop irá regressar nesta campanha, com Hillary Clinton a ser reprovada por ter alterado várias vezes a sua posição em assuntos fundamentais.

Esta entrada foi publicada em Vitaminas. ligação permanente.

2 respostas a Blogging

  1. Pedro Sá diz:

    1. Licenças de maternidade alargadas e incentivos ao part-time teriam necessariamente por consequência uma discriminação das mulheres no mercado de trabalho. Quem escolheria uma mulher pelo menos até certa idade para um lugar de chefia sendo assim ?

    2. Era o que mais faltava as mulheres terem direito de escolher entre ficarem em casa e trabalharem. O homem vive para sustentar a mulher por que razão obscura ? E não entende a minha cara amiga que isso seria regredir muitas décadas e levar a uma absoluta discriminação ?

  2. Carmex diz:

    Pedro Sá, penso que queria comentar o meu post.

    Vamos por partes: as licenças de maternidade alargadas são desejáveis não só para as mães como, sobretudo, para os bebés. Pelo menos até aos 6 meses deveria ir a licença, e por uma razão simples: até aos 6 meses é muito conveniente que o bebé seja amamentado pela mãe, de preferência em exclusividade. Além dos óbvios benefícios afectivos para o bebé, isto teria enormes benefícios para a saúde do bebé. Também não é saudável para um bebé de 4 meses ir para um infantário (passam a vida doentes, como qualquer pediatra lhe dirá, uma vez que ainda não têm o sistema imunitário muito desenvolvido) e nem todas as mulheres têm dinheiro para empregadas ou têm avós que lhe fiquem com os filhos.

    E não penso que seja verdade que uma mulher fosse discriminada por trabalhar em part-time se a empresa onde trabalha tivesse uma bonificação na sua parte para a Segurança Social. O sistema actual em que uma mulher tem direito a ausentar-se duas horas por dia de trabalho até o bebé tre 1 ano a expensas das empresas é que dificulta em muito as carreiras femininas (excepto se abdicarmos desse direito, claro está).

    Quanto ao ponto 2, porque não pode uma mulher escolher não trabalhar?! Ou um homem?! SZe um homem não quer sustentar a sua mulher só tem que escolher para casar uma mulher que queira ter uma carreira. Não vejo como a liberdade de escolha das mulheres afecte a liberdade dos homens.

    Volte sempre, que gostamos de o ter cá.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s