Ode que não rima à nossa Selecção

Bravos Guerreiros que entrarão em breve em campo
Portadores do estandarte da nossa ancestral nação
De olhos postos em vós, em uníssono, 10 milhões de tortudados, sofredores
O palpitar de um gigante coração.

Um jogo uma metáfora, caricatura de sangrentas e milenares batalhas civilizacionais
O Sapiens primordial que espreita em cada jogada
No relvado ou na bancada, vendemo-nos à animalidade
O regresso às origens que sabe sempre bem

O revisitar das entranhas do nosso ADN mais profundo

E que no final possamos dizer… ufff. Conseguimos!

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