Eu sabia que ia dar nisto

Nota prévia:

O Farmácia Central não tem critérios editoriais porque não pretende ser veículo de qualquer corrente política, social, cultural, artística ou religiosa. Por essa mesma razão existe uma total liberdade de expressão e direito à livre opinião de cada um dos seus intervenientes que são pessoalmente responsáveis pelas suas ideias, opiniões, ideologias e crenças individuais.

Isto resulta do facto de ter sido constituído espontaneamente por um grupo heterogéneo de pessoas que se propuseram a partilhar com a comunidade as suas competências, experiências, e matérias que considerem relevantes, oportunas e informativas para a causa comum. Não existe, portanto, qualquer liderança ou hierárquia neste espaço de livre discussão.

Uma única coisa nos une: a amizade. Na maioria dos casos de muito longa data e fundada na partilha de valores e princípios de vida que comungamos. Essa nunca será posta em causa por qualquer outra realidade ou situação e perdurará, como não poderia deixar de ser, para além desta ou de outras iniciativas em conjunto, ou não fosse ela verdadeira .

   

Posto isto, que é uma nota exclusivamente minha, gostaria de dizer que fazendo uso dessa mesma amizade muitas foram as vezes que incentivei a Carmex a não alimentar conversas estéreis. As pessoas em questão, com o maior respeito que tenha por elas, não merecem a atenção que lhes foi dedicada pois a sua conduta já se tinha revelado bastante duvidosa e os seus métodos pouco abonatórios. Mas isto, claro, era a minha opinião que manifestei, sem segredo, muitas vezes.

Pelo contrário, não tenho a menor dúvida sobre o carácter íntegro e boa formação humana da minha querida colega e amiga Maria João. Da mesma forma que, e apesar de ter chegado atrasado a esta conversa devido à ausência física e falta de disponibilidade mental para o blogue, ao ler de forma sequencial os seus posts dos últimos dias não tive a menor dúvida de que no final encontraria a sua retractação e pedido de desculpas pelo momento em que se empolgou e misturou as esferas pública e privada da pessoa em questão.

A verdadeira sabedoria e maturidade da vida não está em não errar, mas em saber reconhecer os erros. Quem não entende isto, tem motivos de sobra para se preocupar.

Quanto à questão inicial, não lhe encontro qualquer intuito de difamação, mas apenas a constatação, como mera opinião pessoal, de um facto tão óbvio quanto divulgado e partilhado por tantas outras pessoas e orgãos de comunicação independentes.

É evidente que a Maria João não precisa da ajuda de ninguém para se defender e até, pelo contrário, é mais natural que necessite de ajuda quem dela tiver que se defender… Mas sinto que a nossa amizade me exigia esta solidariedade.

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