Portanhol

Pelo Daniel Oliveira (a quem aproveito para felicitar em português pelo milhão de visitas) cheguei a este “exercício” do Expresso e com ele a duas perplexidades:

1. Com que objectivo jornalistas se dão ao trabalho de dissecar a correcção de uma conversa telefónica em que o Primeiro-Ministro, a quem ninguém pede que fale espanhol, tenta comunicar com o seu homólogo em Espanha da forma descontraída e descomplexada com que quase todos os portugueses o fazem (até existe um nome para o idioma utilizado, que coloquei em título do post).

2. Porque razão um Primeiro-Ministro terá necessidade de expôr ao país um telefonema em que felicita Zapatero, de forma descontraída e descomplexada, pela sua vitória eleitoral.

Seja como for, de um lado e do outro, mais um exemplo de como os actores tendem a afastar-se do seu papel, mesmo em questões sem relevância.

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