Arquivos Diários: Março 17, 2008

Do casamento, outra vez

Alguns exemplos de como a profissão de uma mulher tem implicações nas escolhas e nas percepções dos comportamentos do marido: 1. Há uns dias, após a última entrevista de Sócrates (que eu não vi; para exercícios de fantasia prefiro as … Continuar a ler

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Reavaliacao? Pois… quando a memooria do disparate se apagar…

‘… Powell offered a different view. “The troops might have been gone, but the army was not gone,” he said. There was a structure there. There were units. There was an infrastructure.” He said the plan had been to “get … Continuar a ler

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Falamos sem voz

Agora falamos sem voz. Falamos com a ponta dos dedos encostadas em teclados, até dizemos expressões coloquiais com “olá!” “Estás boa?”. Substituimos entoações e expressões com sinais de pontuação e irritantes bonequinhos animados. Conseguimos expressar quase tudo, principalmente emoções com a cara de um qualquer imbecil “smile” que por contradição até consegue chorar.

Depois, quando ouvimos vozes, estas reais e temos que verbalizar mesmo com som palavras, espantamo-nos porque na nossa cabeça já tinhamos falado com aquela pessoa, só que não a tínhamos ouvido.

Que estranheza me provoca isto tudo. Conseguir falar, sem que ninguém me ouça. Conseguir passar emoções por uma cara que não é a minha. Mas, confesso, estou rendida a este tipo de comunicação. Só espero que com o tempo e com a desabituação de utilizar as cordas vocais, não fique mesmo muda, apesar de sempre ter possibilidades de me fazer ouvir.

Por outro lado, assim, os mudos conseguem falar e os surdos ouvir…

p.s. no dia em que estejam cansados da minha voz avisem, que eu falo mais baixo (font/size 8)

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