De como nunca aprendemos com os erros

Ha’ uns anos, em Nova Orleaes antes do diluvio, my dearest husband e eu aduirimos dois guardas-chuva daqueles pequeninos e que cabem em qualquer carteira. O objectivo era protegermo-nos da chuva no momento e usarmos os guardas-chuvas nas nossas viagens futuras: eram leves, pequeninos, giros e ideais para transportar. Os guardas-chuva regressaram connosco a Lisboa, foram arrumados no armario e ate’ hoje nao foram expostos a mais nenhuma gotinha de chuva ou, sequer, ao ar da rua. Em todas as viagens que fizemos depois e a chuva nos surpreendeu (mesmo naqueles locais que visitamos no Inverno e onde ate no Verao e’ usual chover; nunca nos passou pela ideia que talvez fosse util levar os dois guardas-chuva de NO) compramos novos guardas-chuva cujo percurso de vida foi em tudo semelhante ao dos dois primeiros referidos. Hoje a historieta repetiu-se. Estou fora e nao trouxe guarda-chuva, numa cidade onde a precipitacao nao e’ propriamente uma raridade. Andava na rua de manha e a chuva surpreendeu-me (havia la’ eu de estar ‘a espera disso). Entrei num department store e comprei um guarda-chuva extensivel com umas bolas psicadelicas muito seventies azul. Bem giro. Depois de hoje e amanha nao deve voltar a sentir gotas de chuva.

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