Mas nem toda a gente sofre da paranoia anti-familiar

“A career woman? No, a mother who works

The dream of being a corporate high-flyer is losing its appeal for women with children. There are more satisfying options

(…)

A century of women’s lib appears to have been negated; maybe it would be kinder to teach our daughters to sew, play the piano and cook, to help them to enjoy their home-making careers. Or maybe the concept of a glass ceiling is as old-fashioned as a chastity belt. Some employers may not be employing “women of a certain age” any more, but increasingly it is women who are deciding they don’t want to work flat out once they have had children. They are redefining themselves as mothers who work rather than career women who happen to have children.

The British Household Panel Survey, which involved 3,800 couples over eight years, found that women with part-time jobs were the happiest. They reported greater job satisfaction than those in full-time work and appeared more content than those with no job. By contrast, 78 per cent of fathers said that they were happiest working full-time.

(…)

This doesn’t mean that women have given up on their ambitions in favour of puréeing baby food. For many women, setting up their own company or going freelance so they can manage their own time has been the answer. The number of women setting up companies increased by 10 per cent in the past six months. As Sahar Hashemi, co-founder of the Coffee Republic chain, says: “A lot of women are walking away from corporations because they want to live and work differently, not because anyone is forcing them out.” “

No Times.

É uma  verdade que eu posso confirmar: a melhor solução para uma mãe que trabalha é ter um horário flexível e em que apenas ela decide.

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2 respostas a Mas nem toda a gente sofre da paranoia anti-familiar

  1. Mário diz:

    A maior parte das pessoas detesta o trabalho. É preciso ser muito idiota para ter acreditado que valia a pena adiar maternidade e paternidade para ter uma carreira. Claro que para alguns valerá, mas são poucos os que têm acesso e talento para ascender a certos postos e profissões de elite. O que assisto diariamente é ao lento definhar de pessoas, que passam imensas horas no trabalho sem que isso as torne mais produtivas e ficariam em pânico se tivessem de ir mais cedo para casa porque não saberiam o que fazer. Quando as pessoas fogem da sua natureza tão lhes foge a vontade de viver, é simples.

  2. Carmex diz:

    Diz bem, há muitas pessoas que tentam compensar com o trabalho a vacuidade das suas vidas. Também há os que são ambiciosos, não gostam do trabalho mas gostam do poder económico que assim adquirem; e há os maluquinhos que gostam do trabalho acima de tudo.

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