Michelle

Eu simpatizo com Michelle Obama. É certo que a senhora profere de vez em quando umas afirmações amargas e estranhas em alguém que foi tão bem sucedida, revelando que as questões raciais estão longe de engavetadas para ela. Mas eu não sou daquelas pessoas que só gosta dos outros quando os pensa perfeitos, pelo que gosto de Michelle Obama até com o seu azedume e as suas roupas mal escolhidas para as suas ancas excessivamente largas. Michelle, como ela disse na convenção, tem uma vida que prova que o american dream endures. É mãe e aparentemente deleita-se com esse papel (coisa que me compra sempre). É inteligente. Expõe-se para promover a causa do seu marido, o que demonstra lealdade, outra coisa que aprecio. Tem sentido de humor, outro plus-plus.

O discurso de ontem de Michelle não foi brilhante. Houve partes em que foi enternecedora, mas noutras a intimidade daquele discurso foi demasiado encenada e com excessiva expressão facial. E, sobretudo, se se revelou às pessoas por vezes em bons momentos, não foi nada convincente a revelar o marido (que foram as partes mais encenadas).

Sinceramente, o discurso de ontem de que mais gostei foi o de Caroline Kennedy apresentando o Tio Edward Kennedy.

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