Leram na Sábado os disparates socialistas e socializantes que são ensinados pelos manuais de História aprovados pelo Ministério da Educação? Se perderam esta oportunidade de viajarem a um universo paralelo onde Stalin e Mao até são bons rapazes (nem mataram muita gente, não houve milhões de mortes provocadas pela fome resultante da colectivização forçada da terra na URSS, a União Soviética até teve algum sucesso económico, vejam bem que até evitava a super-produção – ai pois evitava, e de que maneira! -, não houve dezenas de milhões de mortes causadas pelo Grande Salto em Frente ou pela Revolução Cultural, nada, nada disto!), onde se ensina a melevolência intrínseca do unilateralismo americano, onde se revela que a globalização tem sido uma desgraça para todo o mundo, podem viver essa experiência alucinante nA Voz Portalegrense (via O Insurgente e Último Reduto).
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Faça favor de não confundir socialista com comunista !
“Pedro Sá Diz:
Setembro 16, 2008 at 8:58 am
Faça favor de não confundir socialista com comunista !”
As diferenças são quais ?
Força, força, companheiro Vasco!
Pedro Sá: União das Repúblicas Socialistas Soviéticas! O socialismo que não tem culpa nestas catástrofes do séc. XX é o socialismo democrático. Pessoas tão insuspeitas de antipatia pelo socialismo como Mário Soares falam sempre de socialismo democrático (por oposição a…)
Socialismo democrático não deixa de ser mau. Passa a ser a tirania da maioria…
Por isso eles querem tanto a escola pública. A escola pública serve para fazer uma lavagem dos crimes que o socialismo (nazi e comunista) fez e para doutrinar as sua ideologias. Já tinha dado conta desta visão bolchevique da História e cá vou fazendo os meus esclarecimentos. Não passarão …
Concordo com as críticas aos manuais citados na peça da Sábado.
Até por serem sobre a minha teórica área de especialização.
O que me confunde aqui é este último comentário que associou escola pública e manuais viciados ideologicamente porque:
a) Os manuais são produzidos por empresas comerciais privadas.
b) Os manuais em vigor são adoptáveis tanto em escolas públicas como privadas.
c) Alguém já exigiu que o ME cumprisse a sua própria legislação quanto á certificação dos manuais?
Não sei este comentário me transformava em um dos “eles”, mas gostaria de perceber o nexo causal.
E o que impede que bons manuais sejam feitos e adoptados.
Porque fazê-los, podem fazer os mais disparatados.
O mercado depois faz a selecção dos melhores, porque não fui informado de existir política de “manual único” (por muito que todos os partidos gostassem disso, cada um à sua vez).
Nelson Gonçqalves, LPedro Machado, AR e Paulo Guinote, bem-vindos aqui ao Farmácia.
E sim, eu também não sou apreciadora da versão democrática de socialismo.
AR, o branqueamento só é feito nos desvios de esquerda. Pelo que vi, não havia elogios a Hitler (que, apesar de fecínora, até tornou a Alemanha num sucesso económico, esse sim). À direita, McCarthy e Bush são equiparados aos piores ditadores de esquerda. Duplo critério.
Paulo Guinote, claro que cada escola adapta o manual que quer. O ponto é que estes manuais não deviam ser certificados pelo ME e, sim, o artigo da Sábado claro que criticava que estes manuais passem pelo crivo do ME.
Estes manuais não passam por crivo nenhum, porque a comissão de certificação dos manuais, especificamente de História, não foi criada, ao contrário da propaganda governamental.
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