Na mouche

Pacheco Pereira bate no ponto certo nas suas páginas na Sábado: este Lisboagate começou por ser uma forma de embaraçar o PSD e condicionar uma eventual candidatura de Santana Lopes à CML e terminou por explodir nas entranhas do PS. Até a Helena Lopes da Costa ficou bem na fotografia, por ter impedido a compra de um apartamento em Telheiras por 10.000€ por parte da chefe de gabinete de António Costa.

Só mais uma nota: Maria José Morgado deve ser um dos maiores logros portugueses. Ainda não soube de caso em que a senhora tenha estado envolvida com desenlace de acordo com o sentido das suas investigações. Contudo, como é mediática e ganhou fama de justiceira, é convocada para tudo quanto é “equipa especial” para investigar isto e aquilo. Começou com a decisão de Pinto Monteiro de investigar o urbanismo das câmaras PSD. Porquê, desde logo, só do PSD? Há algum escudo moral do PS que o impeça de comportamentos reprováveis? Depois, aparentemente não houve nada mais escabroso para lançar para a opinião pública do que estas atribuições de casas pelo PSD – de resto existentes em todas as câmaras pelo menos desde Abecassis.

Enfim, tudo um lodaçal.

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