E que tal emigrar?

“O grupo parlamentar do PS vai rectificar a sua proposta inicial relativamente aos despedimentos colectivos. A nova proposta de revisão da legislação laboral permitirá ao trabalhador alvo de despedimento colectivo receber a indemnização, sem o impedir de contestar em tribunal a eventual ilicitude desse despedimento.”

No Público.

Claro que se esperava que o PS aproveitasse esta revisão do código laboral para introduzir mais rigidez num lei estúpida, geradora de desemprego (com todas as restrições para despedir, claro que só se contrata quem é mesmo necessário), geradora de trabalho precário (só alguém mesmo muito bom pode passar para os quadros depois dos contratos a termo, dadas as complicações que essa situação pode trazer a uma empresa), sustento das empresas de ‘trabalho temporário’ (contratadas intensivamente e continuadamente pelas empresas para evitar aumentar os quadros), hiper-reguladora em todos os aspectos da relação laboral (até o tempo mínimo para pausa de almoço é estabelecido) e, sobretudo, com tanto garantismo para os empregados que promove com afinco a incompetência e a desresponsabilização.

A revisão de Bagão Félix foi uma pálida sugestão do que poderia (tendo em conta a contestação que gerou, já que se paga o preço que se faça algo para o merecer) e deveria ter feito. Em todo o caso, melhor do que esta legislação socialista e socializante (perdoem a redundância).

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