Males de amor

Não obstante a paixão europeia por Obama, este vai ser o POTUS menos europeísta desde a WWII, o que para a Europa (que, apesar da má vontade em reconhecê-lo e das escapadelas de que se orgulha e faz questão de manter a espaços, gravita em redor do aliado todo-poderoso) significará uma redução de influência. Mas, no fundo, nada que não tenha já sido inaugurado por Bush, como Henrique Raposo tão bem ilustra; Obama continuará a política de Bush, com menos pesar pelas paisagens escocesas.

“Arrogant and joyless: Obama’s take on Britain?
The President-elect’s writings seem to be coloured by his grandfather’s brutal treatment at the hands of the colonists”

Times

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2 respostas a Males de amor

  1. PR diz:

    “…paixão europeia por Obama…”

    Permita-me apenas um pequeno aditamento. Não se trata de uma paixão por Obama. Trata-se de uma obsessão tremendamente facciosa.

    É que enquanto as paixões vão e vêm, este tipo de obsessões perdura, e ainda por cima tem a tendência perigosa de considerar que tudo o que essas pessoas fazem é sempre extraordinário.

  2. Carmex diz:

    Eh, eh, de facto obsessão é um termo mais correcto. E claro que vai perdurar. Veja-se só como ainda perdura a propaganda comunista na Europa. Já os americanos, desde que nada suceda a Obama, será tão julgado, esquecido e odiado como todos os presidentes providenciais que já houve.

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