À partes de uma grande eleição da maior (qualitativamente) das democracia e que me deixa roxa de inveja (a democracia)

Em 2004, depois da grande vitória de Bush sobre Kerry (que, curiosamente, em 2008 ninguém na comunicação social elogiava) houve grande profusão de artigos sobre a radicalidade religiosa, o extremo conservadorismo (mais social que político), a ruralidade, a falta de formação académica, a falta de passaportes e viagens à Europa dos votantes de Bush, em especial dos votantes evangélicos. Claro que em 2008, tendo os americanos votado ‘bem’, não houve qualquer questão levantada sobre os apoiantes de Obama, apenas elogios, college educated, urbanos e sofisticados, etc., etc. (como se muitos dos votantes de Obama não tivessem sido votantes de Bush…). Mas, lá como cá, vale sempre a pena dar uma vista de olhos às franjas mais radicais da esquerda americana. Apesar do ultraje que denegrir os votantes do partido democrata representa para ‘as boas pessoas’, aparentemente nem todos são muito informados, cosmopolitas, nem especialmente discernidos a escolher as suas informações: “The Zogby poll found 57.4 percent of Obama supporters could not correctly say which party controls Congress. Only 6.2 percent of those same supporters failed to identify Palin as having a pregnant daughter. “, Townhall.

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