Coisas que por aqui estamos fartinhos de dizer

Portugal está na banca rota e ninguém parece preocupado. Devia estar. A situação é dramática. Quando Vítor Constâncio vestiu ontem o casaco de assessor do Governo, antecipando mais impostos e avisando cortes nos salários, podia estar a dizer a verdade – mas não está a ser sério. Ou melhor, Constâncio é sério. O que não é sério é o responsável macroeconómico do país não se revoltar contra a política macroeconómica de Portugal.

Editorial de Martim Avillez Figueiredo, no i.

Esta discussão não pode passar ao lado de ninguém. Assobiar para o lado, e fingir que não se vê, é uma cobardia. Um crime.

E não, não sou discípulo do Medina Carreira.

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Uma resposta a Coisas que por aqui estamos fartinhos de dizer

  1. Pois. Até pode ser. Mas como dizia o meu amigo Serafim, que era um gajo que mal sabia ler mas gostava muito de dizer coisas, o exemplo tem de vir de cima. Senão nada feito.

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