Submarino ao fundo?

Nestas coisas da Defesa Nacional e Forças Armadas tenho uma opinião muito minha. Advogo o fim da Força Aérea, com a passagem dos meios aéreos actuais (excepto caças e helis ligeiros)  para a Marinha, e os helicópteros ligeiros para a Cavalaria do Exército. Os meios aéreos de combate (F-16) seriam progressivamente sendo abatidos, porque não fazem falta nenhuma nos meios de defesa de um país minúsculo e periférico como o nosso pertencente à Nato, a menos que tenhamos medo que os espanhóis um dia destes entrem por aí adentro. Mas como parece que a invasão é de Valença para a Galiza, estamos safos.

Passando aos submarinos, torna-se evidente que mais não seja devido à dimensão da nossa ZEE são elementos preponderantes de defesa, e que pelas suas características terão sempre um efeito dissuasor perante qualquer ameaça à integridade do nosso espaço. Não faz sentido nenhum que um país com 50% de fronteira marítima prescinda de um meio furtivo que garanta, ou procure garantir, em conjunto com os meios navais de superfície e aéreos a inviolabilidade do país.

O actual governo PS quis jogar à batalha naval e julgou ter acertado um tiro num submarino. Paulo Portas contra-atacou e mandou, numa penada, o porta-aviões ao fundo. Se é verdade que quando saiu do ministério tirou milhares de fotocópias, parece que se esteve a municiar para o combate.

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