A vocação atlântica

Ali o Ricardo Pais Mamede coloca a eterna questão do ovo e da galinha. Se “a Comissão Europeia vai criticando alegremente os programas de estabilidade e crescimento dos vários países por não serem suficientemente austeros” e, ao mesmo tempo, nos encontramos “[n]um espaço económico relativamente fechado, em que a esmagadora maioria das trocas comerciais se fazem entre os países membros”, pois realmente é difícil “ver de onde poderá vir a procura promotora do crescimento e do emprego”.

Sempre fomos um país pequeno e periférico, e essa sina será sempre a nossa,  mas a História reservou-nos feitos que ainda hoje, mergulhados na maré de desgostos e assombrações, nos fazem pensar que podemos almejar mais, muito mais.

Urge, talvez mais do que nunca, redescobrir a vocação atlântica que nos é própria; é porventura o último sinal da nossa independência.

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