O relato que tardou mas não faltou

Lindíssima cerimónia ontem no Terreiro do Paço, com uma muito digna representação de Cachimbos – só numas centenas de metros quadrados éramos quatro, além da amiga da bloga e de fora da bloga Isabel Goulão, do Jorge Lima e de, uns metros mais atrás, o João Távora. O altar estava celestial. De resto, todo o ‘cenário’ (se bem que pouco confortável e com ecrãs colocados demasiado baixos – mas eu sou das que pensam que o conforto e a funcionalidade por vezes devem vergar-se à qualidade estética) era muito bonito. A homilia foi fortíssima. O ambiente de silêncio (sinceramente, preferível aos bem intencionados mas incessantes gritos do P. João Seabra no Belenses há uns quantos anos de ‘vivó Papa’), de oração, de serenidade e de alegria que se viveu com tantos milhares de pessoas impressionou. O sorriso feliz de Bento XVI – esse homem que teria uma vida bem mais descansada se Deus, em vez de o chamar para missões mais solitárias, o tivesse deixado ser um académico – comoveu. No todo, uma notável mensagem de alegria na Fé e de proposta de Jesus Cristo – para quem quiser aproveitar.

(Foto surripiada à Isabel.)

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2 respostas a O relato que tardou mas não faltou

  1. Foi grande a alegria de a encontrar, Maria João 🙂
    De resto, além de si e da Isabel, só vislumbrei a nuca do Jorge Lima, na estação do Cais do Sodré .

    Beijinho

  2. Maria João Marques diz:

    João, isso mesmo, foi uma alegria!
    Beijinho

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