Farmácia Central

Memória

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Eu sou, temporalmente falando, um filho de Abril. Nascido poucos meses antes do 25 do dito mês de 1974, conta-me a minha mãe que, talvez fruto da propaganda radialista que inundava as casas de família, a minha primeira palavra não foi “mãe”, nem “pai”, nem tão pouco seria esperado que verberasse “liberdade” ou “cravo”. A primeirinha palavra que saiu de tão inocente boca foi “pê-cê-pê”. Como é bom termos uma mãe que se lembra, e nos lembra, destas coisas…

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