Farmácia Central

Da educação

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Uma das “exigências” educativas que a mim mesmo me imputei, no que respeita aos meus filhos, foi a necessidade de terem uma instrução musical mais abrangente e aprenderem um instrumento (o mais velho escolheu piano e o do meio a guitarra clássica). Como é evidente, tive de optar por um ensino privado; a educação musical do ensino básico é sofrível, com uma carga horária miserável e um programa minimilista. Gostava de viver num país que investisse mais nesta área, e não apenas por razões culturais – Lisboa nunca será Viena. O que tenho a certeza absoluta é que esta actividade extracurricular que lhes proporciono melhora significativamente a sua capacidade de aprender, estarem atentos e concentrados, e ao mesmo tempo procurarem sistematicamente superar-se. Tudo isto a música dá-lhes um pouco mais, e tenho pena que só alguns privilegiados possam garantir esta valência. Isto sim, deveria ser um desiderato nacional, em vez das frivolidades (Área de Projecto, Formação Humana, Projecto de Enriquecimento Instrumental and so on) que vão ocupando os horários dos nossos estudantes.

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