As mulheres, a política e as casas de banho

Lá para o início do século XX, Lord Redesdale, orgulhoso membro da câmara dos lordes, juíz de paz no seu condado (decidindo a inocência ou culpa dos meliantes ou supostos meliantes que lhe eram apresentados pela mais infalível das técnicas: decidindo se tinham ou não cara de criminosos) e pai das meninas Mitford – que se notabilizaram de várias formas: Nancy como novelista, Diana como fascista e amiga de Hitler, Unity como fascista apaixonada por Hitler que se tentou suicidar quando a Grã-Bretanha e a Alemanha entraram em guerra, Jessica como comunista e Deborah por se tornar duquesa – e que foi imortalizado como a personagem precisamente maior do que a morte de Lord Alconleigh nos romances da filha Nancy, defendia que as senhoras que eram titulares de títulos nobiliárquicos por direito próprio (e não casadas com os titulados) não deviam ser permitidas na câmara dos lordes. A razão: não havia casa de banho de senhoras no parlamento.

Incrivelmente, nos inícios do século XIX, algumas circunstâncias permanecem demasiado semelhantes.

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