Utopia para 2011

Uma das utopias que qualquer cidadão português de bem gostaria que fosse acontecimento em 2011 seria a de um sistema onde os partidos políticos não se lambuzassem à custa do pagode. Os ricos (qualquer um com rendimento superior a 630 € anuais, ao que parece) pagarem a crise é uma coisa, outra totalmente diferente é o contribuinte sustentar a pão-de-ló, filhós e azevias uma casta que se julga acima de qualquer comportamento ético. Enfim, veremos se pelo menos fazem uma tentativa, mesmo que pequenina, de dieta; estômago que teve de aguentar a mensagem do primeiro ministro ao país no dia 25 de Dezembro de 2010 (do mais indigesto, porque surreal, que alguma vez imaginei comer, ou melhor, assistir) já só quer um cheirinho de alguma coisinha minimamente salutar.

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