A idade da inocência

A campanha presidencial, a dar os últimos suspiros, foi ontem adornada com a comoção de Alegre (“Eu hoje, ao ler uma certa sondagem, senti dentro de mim um sentimento parecido com aquele que tive – e que mudou a minha vida – no dia e na noite em que anunciaram os resultados da pseudo derrota do General Humberto Delgado”) e a inflamação de Nobre (“Só é possível demoverem-me da minha intenção de uma maneira e nessa altura ousem fazê-lo e vocês verão o que o povo português fará: dêem-me um tiro na cabeça, porque sem um tiro na cabeça eu vou para Belém”).

Para se disporem a estas tonterias, aquilo lá para os lados de Belém deve ser um tacho sem fundo. Só pode.

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