Henrique Neto

Lamento profundamente que o debate interno no nosso partido se limite às “missas” previamente organizadas, cujo resultado final só pode ser a decadência e a irrelevância. É isso que procuro contrariar e se o Presidente do PS não gosta, paciência.

O resto, aqui. É livre como (muitos) outros não são.

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3 respostas a Henrique Neto

  1. agfernandes diz:

    André

    Vi e ouvi ontem o “Plano Inclinado” com muita atenção e a minha visão sobre estas expressões tardias e oportunistas é esta: a linguagem do poder tem muitas formas de se insinuar.
    Se o meu olhar é muito duro? É. Porque será? 12 anos de socialismo depois de 10 de cavaquismo ensinaram-me a detectar os sinais de uma mudança cosmética anunciada para manter o sistema a funcionar.
    Ana

    • André A. Correia diz:

      Ana, não vi o “Plano Inclinado” mas entretanto já sei que o Henrique Neto lá esteve. Acredito no que me dizes e de certo modo partilho da tua opinião, mas o que queria realçar neste post é que independentemente das circunstâncias hoje são cada vez mais as vozes que se levantam contra o predestinado que nos governa, bem como contra os seus sequazes que são do mais incompetente que se pode ser. E mentirosos. A mentira na causa pública é a pior qualificação possível. E ser ou não ser cosmética, pois, estas vozes que se levantam correspondem a um dos primeiros passos para correr com o actual primeiro ministro. Por causa dele tenho saudades do António Guterres.

  2. agfernandes diz:

    André
    Tens razão, mas se nos mantivermos atentos veremos que a mudança não virá dali. Impossível. Dali só surgirá o nevoeiro q.b. para manter a mesma organização: uma elite no poder (político e económico) sustentada pelos contribuintes.
    O que vi ontem no “Plano Inclinado” foi mais um sinal preocupante: a linguagem do poder tem muitas formas de neutralizar as vozes dissonantes como a de Medina Carreira. O próprio Mário Crespo que se queixava da liberdade de expressão é o mesmo que se dirige a Medina Carreira tentando minimizar o valor do gráfico: “O senhor já nos mostrou o mesmo gráfico dez vezes…”. E isto quase no final de um programa onde mal o deixaram falar. Medina Carreira tem toda a razão quando diz que a comunicação social é cúmplice da mentira generalizada dos políticos.
    Ana

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