Uma das coisas boas é que a forma despudorada como este execrável PS nos chama de parvos parece estar para acabar

Na sequência da notícia que informava que a mulher do ministro da Justiça havia recebido, contra vários pareceres de quem de direito e antes de decisão do tribunal competente, 72 mil euros por decisão do ministério do seu marido, o senhor ministro da justiça vem dizer-nos o seguinte: como marido, sabia que a mulher recebera 72 mil euros por decisão do seu ministério, contra pareceres do MP e antes da decisão do tribunal competente; como ministro, não sabia que a sua mulher  recebera 72 mil euros por decisão do seu ministério, contra pareceres do MP e antes da decisão do tribunal competente.

Perante a mentira despudorada – emulando o chefe, que há tempos também sabia de um certo negócio como particular, mas não fazia ideia desse negócio enquanto pm – nem vale a pena determo-nos em mais uma tentativa de colocar as culpas nos subalternos, ou na questão ‘deveria a mulher de um ministro requerer fundos por decisão política ao ministério do marido, ou deveria ter cuidados acrescidos e esperar que o tribunal decidisse se esses fundos são devidos? deveria ou não um ministro ser especialmente cuidadoso com atribuição de fundos do seu ministério a familiares?’.

E, já agora, além de investigar, não seria conveniente o senhor ministro, ou a sua mulher, devolver os 72 mil euros ao minstério, enquanto se decide nos locais competentes se se deve o pagamento?

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