Reminiscências

O primeiro jogo que retenho na memória é a final da Taça dos Campeões Europeus contra o Bayern. Vi o jogo entre camaradas, na sala de leitura da terceira, e onde se respirava uma ansiedade tremenda, mesmo daqueles que não tinham simpatia pelo FCP. Dois estrangeiros na equipa titular: Mlynarczyc e Madjer. Tão diferente de hoje. Vieram os golos do Madjer e do Juary; e as fintas do Futre. Sobre ele disse um treinador estrangeiro (Roy Hodgson? É o nome que me vem à cabeça, mas tal como veio pode ir, basta alguém corrigir) que o Paulo Futre conseguia fintar 5 adversários numa cabine telefónica, e até aí, tudo bem. O que lhe era mais difícil (ao Futre, bem entendido)  era encontrar a porta de saída da dita cabina. Só por isso –  e só por isso – é que não foi o melhor jogador português de todos os tempos.

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