Jamor, ou a festa foi bonita, pá!

Como não poderia deixar de ser lá estive no Domingo para ver o “meu” FC Porto a levantar mais uma taça, completando a época que será, para sempre, notável.

Mas o que me leva a escrever estas linhas tem a ver com as condições do Estádio Nacional, vulgo Municipal de Oeiras. Eu que, dada a distância, me vejo confinado a assistir ao vivo a meia dúzia de jogos por ano do meu clube do coração, seria o primeiro a pugnar por manter a final da Taça de Portugal no Jamor, dada a assiduidade a que o FC Porto nos tem habituado naquele palco, mas objectivamente o estádio não tem as mínimas condições para albergar um evento destes:

  1. Acessibilidades. Ou se madruga e se estaciona o carro particular perto do estádio, ou é um stress danado. Subir a Avenida Pierre de Coubertin a pé é um esforço quase heróico, em dias de calor; vir por Queijas obriga a atravessar a auto-estrada!
  2. Entrada no estádio. Tudo ao monte e fé em Deus, depois mais de meia-hora em fila de pirilau, coisa que já não se usa nem nas escolas primárias, que ao menos os petizes vão dois a dois de mãos dadas…
  3. Casas de banho. Quê? Que é isso?
  4. Bar. As senhoras solícitas no fosso em frente da tribuna, com arcas congeladoras, informaram-me com muita pena  ao intervalo que já não havia garrafas de água. Temos Magnuns e Cornettos, água é que já não há. Pois.

Rodem as finais nos estádios do euro, e deixem o Estádio Nacional em repouso. Eterno.

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