Os cortes e os impostos

Pode-se dizer que de boas intenções está o inferno cheio, que são só promessas, que a concretização é o que custa mais ou ainda que os cortes prometidos na despesa parecem apenas querer emagrecer o estado e não repensar e reorganizar o estado para que este esteja presente nas áreas onde deve estar (segurança, justiça,…) e abandone as áreas em que não deve meter o bedelho (todo o sector empresarial do estado, por exemplo). Eu digo que cortes na despesa pública para os 43% do PIB são ambiciosos. Provavelmente não serão conseguidos, mas eu dou-me por satisfeita se numa legislatura se colocar o estado a gastar 45% do PIB (sobretudo se não se esconder, ao bom estilo socrático, despesa debaixo do tapete).

Agora falta outro anúncio igualmente importante: o calendário da futura diminuição dos impostos. Pode-se começar por informar quando se vai inverter o ‘aumento temporário do IVA’ que se iniciou em 2002 com Manuela Ferreira Leite e Durão Barroso. Eu não sou picuinhas, mas nove anos para um aumento temporário se calhar é suficiente.

Anúncios
Esta entrada foi publicada em Anestésicos. ligação permanente.

Uma resposta a Os cortes e os impostos

  1. Pingback: Ideias peregrinas « Farmácia Central

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s