Já agora Maria João, e depois de ler isto, não posso deixar de partilhar isto:
“Mas taxar essa comida, de forma a que o Estado possa recolher algum rendimento extra, é uma ideia luminosa. Com um bocadinho de sorte, taxemos também a Francesinha, porque tem cerca de 700 calorias. Taxemos a bela feijoada à portuguesa, com as carnes possíveis e imaginárias, mais o feijão e o arroz. E que tal também taxar o Malato e o Fernando Mendes?”
O negrito é meu, a citação vem directa do Emanuel Sousa no Reunião Geral.