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O Miguel Castel-Branco insurge-se aqui contra a “monomania” (palavra dele) de António Bagão Félix relativamente à distribuição dos subsídios de Natal e/ou Férias por 12 meses, i.e. mensualizar o rendimento total anual que um trabalhador por conta de outrem aufere. Não percebo o porquê da repulsa. Ao fim destes anos todos de vida profissional ainda estou por perceber porque carga de água é que uma entidade patronal parece oferecer algo a um trabalhador quando isso faz parte do seu rendimento, chamando-lhe subsídio como se de uma benesse se tratasse. Simplifiquem!!!
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