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Acabei há pouco de ler um livro autobiográfico de uma chinesa agora refugiada no Canadá que contava como no início da Revolução Cultural foi revelado aos chineses a existência de Jiang Qing, a última mulher de Mao, até aí desconhecida dos chineses que não se relacionavam com os quadros de topo do PCC. Em 2013 Peng Liyuan, mulher de Xi Jinping e bonita e uma celebridade por direito próprio na China, é já considerada – como de resto de costume sempre que há uma primeira dama atraente – um asset da presidência do marido. A China, ainda que em ritmo glaciar, vai mudando.
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