Crítica Cinéfila.

Depois de muito tempo afastado desta “cena” das Críticas (sim, porque mesmo para “criticar” é preciso ter alguma inspiração…), voltamos hoje com mais uma Magnífica Crítica Cinéfila.

E o contemplado desta vez foi: Mestres da Ilusão (“Now You Can See Me”, no título original, 2013) de Louis Leterrier com Jesse Eisenberg, Woody Harrelson, Isla Fisher, Dave Franco (como os 4 Cavaleiros), Mark Ruffalo, Mélanie Laurant (como os 2 Polícias), Morgan Freeman e Michael Caine entre outros…

http://www.imdb.com/title/tt1670345/?ref_=fn_al_tt_1

De começar por referir que nenhum filme onde entrem Morgan Freeman e Michael Caine pode ser um mau filme. Já agora, não menos verdade, nenhum filme onde entre Mélanie Laurant pode ser um filme desagradável de ver (acho que já aqui tinha dito que as actrizes francesas estão “em grande” no actual panorama do cinema mundial!!!). Temos portanto, para começo, dois magníficos actores e uma francesa linda e cheia de charme, podia ser pior… Agora quanto à História:

Quanto à história a coisa “dá-se” assim: Um homem, motivado apenas e tão somente por um plano pessoal de VINGANÇA contra 3 instituições (empresas) e 2 outros homens em particular, resolve arquitectar um “Plano de Vida” (literalmente um “Plano de Toda Uma Vida”) para conseguir levar a cabo essa tão aguardada VINGANÇA. (P.S. – Se tivesse sido eu a dar título a este filme, tinha-lhe chamado REVENGE…).

Para tal resolve juntar 4 Ilusionistas “Amadores” – Os 4 Cavaleiros – (que de “amadores” têm muito pouco) e com o recurso a Técnicas de Ilusionismo absolutamente avassaladoras (há quem lhe chame “Magia” mas eu prefiro deixar esse termo reservado para quando vejo jogos de ténis antigos entre o Pete Sampras e o Andre Agassi…) levar finalmente a cabo os seus planos de vingança.

No meio disto tudo há ainda “alguém” que patrocina (financia) todos estes espectáculos de ilusionismo e “outro alguém” que tem como missão única desmascarar (desacreditar) todos estes Ilusionistas. Pode dizer-se que nenhum destes dois “alguéns” vai acabar o filme muito bem disposto…

(e mais não conto porque tenho sido ultimamente acusado de revelar demasiado acerca dos enredos…).

Terminar dizendo apenas que, ao contrário da maioria dos últimos filmes que tenho visto (cujos finais são normalmente muito bons e muitas vezes compensam os filmes “menos bem conseguidos”), desta vez achei exactamente o contrário: Um filme MUITO BOM quase até ao fim e depois… Depois um final despropositado, sem nexo, sem coerência nenhuma, muito pouco credível (mesmo no contexto da “Ilusão” em que todo o filme se move)… Parece claramente um final feito “em cima do joelho” e é pena porque o filme (como um todo) merecia sem dúvida um final “mais bem pensado” e mais credível.

Ainda assim um filme a não perder, sem dúvida!!!

Bom filme e boas pipocas!!!

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Uma resposta a Crítica Cinéfila.

  1. silva diz:

    A falta de escrúpulos veio para ficar com o despedimento colectivo do Casino Estoril. Nunca nos abandonou uma mentalidade esclavagista, mentalidade de negreiros. Só assim se explica a morosidade da justiça com o caso do despedimento colectivo do Casino Estoril em que o lado do trabalho esteja sempre a perder. Ataca-se o trabalho com direitos das instituições do estado, que deviam zelar pelo direito do cidadão ao trabalho. Anulam-se os mais antigos funcionários e chama-se a isso, gestão. Pensar em cortar despesas é despedir, naturalmente. Trocam-se funcionários com décadas de casa e com direitos laborais adquiridos por outros mais dóceis por empresas geridas por eles próprios, levando à precariedade, à despedibilidade e à desprotecção social. Gestão deve ser isto. Optimização deve ser isto. E ninguém se rebela com esta converseta cínica?:
    A morosidade da justiça está a contribuir, no empobrecimento dos cidadãos e destruindo como contribuintes.

    Despedir desta maneira é um vale-tudo.

    Depois quando as pessoas ficam no desemprego, não se vê Justiça, associações de diversa natureza o próprio estado, os deputados os grandes defensores do cidadão, ou seja tudo uma grande treta, anda meio mundo a enganar meio mundo, mas ajuda no sentido de justiça nada no sentido de quem quer produzir o mesmo que nada.

    Basta ver este despedimento do Casino Estoril e seus atrasos na justiça que ninguém investiga, porque será ?

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