Aquivos por Autor: sargenor

Só nos ocupamos a falar da vida dos outros quando não nos ocupamos da nossa vida

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DE VOLTA, VOLTADA PARA FORA

Todos temos fases de introspecção e fases e exteriorização, acho!   Não que uma signifique egoísmo e outra disponibilidade para os outros, mas às vezes, significa.   A este propósito, serve-me a seguinte sequência de palavras: “Apaixonar-se, libertar-se, amar”   … Continuar a ler

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desafio

Em resposta ao desafio do PR no Intromissões, de, em poucas palavras e com uma imagem, escrever uma autobiografia. Numa frase e não numa imagem: “Vivia todos os dias outra vez, um por um” Lanço o desafio à Só Maria … Continuar a ler

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Anjinho/Diabinho

  Há aquela imagem dos desenhos animados do diabinho e do anjinho sobre os ombros de um personagem.   O diabinho, sempre mais interessante e inteligente que o anjinho. O anjiho até um pouco patético e fora da realidade, balofo, … Continuar a ler

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Dia da mãe ou dia de ser mãe

  Embora repetindo o tema, aqui vai.   Antes o dia da mãe era um dia fixo, hoje, é um domingo móvel.   Antes no dia da mãe os filhos “homenageavam” as mães.   Hoje acho que são as mães … Continuar a ler

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Mentiras e mentirinhas

Há pessoas que mentem. Há pessoas que dizem mentiras. Não é a mesma coisa.   As pessoas que mentem, mentem com a vida, as pessoas que dizem mentiras mentem com a boca.   Para mim é claríssima esta difrença. Os … Continuar a ler

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Ainda é preciso provar alguma coisa?

 Este desenfreamento político/PSD tem me trazido esta pergunta: o que é que eles precisam de provar?   Cada um precisa, à sua maneira, de provar a sua eficência, a sua capacidade intelectual, a sua bondade…   E a quem é … Continuar a ler

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digitar o nome de uma empresa é mais caro que digitar o nome de uma pessoa.

Tentei alterar o destinatário de uma factura. Passo a explicar. Em vez de ter a factura do acesso à internet em meu nome pessoal queria passá-la para o nome de uma empresa.   Primeiro, como é bem típico nosso, fui … Continuar a ler

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Exmo. Sr. Primeiro Ministro.

Acabei de ver uma reportagem nas notícias sobre o debate na Assembleia da República. Foi com grande desilusão, mas principalmente com incredulidade que assisti ao primeiro ministro dirigir-se a um deputado com a expressão “diga lá qualquer coisinha”, logo seguido … Continuar a ler

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O que se vive para se viver assim

  Ouvi uma vez esta frase, que mais completa, significa, o que se vive por dentro para se viver assim por fora.   Ás vezes gosto de olhar para as pessoas assim. Principalmente quando não percebo uma reacção ou vejo … Continuar a ler

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tolerar – suportar – permitir

A nossa tolerância é bastante  distorcida.  A não ser que chamemos tolerar a suportar. Misturamos tolerar com a atitude do “politicamente correcto”. E assim fingimos que toleramos, como se tolerar fosse ficarmos ausentes de preconceitos (o que é também impossível).   … Continuar a ler

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ser

“A mais poderosa inclinação e o maior apetite do homem é desejar ser. […] Não está o erro em desejarem os homens ser, mas está em não desejarem ser o que importa”. P. António Vieira

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Nem sempre ouço bem

Conheço uma pessoa, não muito a fundo que, como é normal no princípio das relações, me vai contando pequenas histórias da sua vida presente e passada.   As histórias são sempre bastante bem narradas e objectivas, uma sucessão de factos. O … Continuar a ler

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Demitidos de pensar

 Acho que é consensual a ideia de que não há nada mais irritante que o mau jornalismo de opinião. Quando vemos uma entrevista e o jornalista em vez de esclarecer, toma partidos, dá a sua opinião (como se fosse o … Continuar a ler

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A mim fazem-me falta

A mim fazem-me imensa falta os acentos. Como me fazem falta tantos outros que dispensamos com alguma facilidade. No fundo os acentos são daquela classe que, sendo  a sua inutilidade garantida, nos fazem acreditar que o mundo ficará mais “puro” e … Continuar a ler

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Falamos sem voz

Agora falamos sem voz. Falamos com a ponta dos dedos encostadas em teclados, até dizemos expressões coloquiais com “olá!” “Estás boa?”. Substituimos entoações e expressões com sinais de pontuação e irritantes bonequinhos animados. Conseguimos expressar quase tudo, principalmente emoções com a cara de um qualquer imbecil “smile” que por contradição até consegue chorar.

Depois, quando ouvimos vozes, estas reais e temos que verbalizar mesmo com som palavras, espantamo-nos porque na nossa cabeça já tinhamos falado com aquela pessoa, só que não a tínhamos ouvido.

Que estranheza me provoca isto tudo. Conseguir falar, sem que ninguém me ouça. Conseguir passar emoções por uma cara que não é a minha. Mas, confesso, estou rendida a este tipo de comunicação. Só espero que com o tempo e com a desabituação de utilizar as cordas vocais, não fique mesmo muda, apesar de sempre ter possibilidades de me fazer ouvir.

Por outro lado, assim, os mudos conseguem falar e os surdos ouvir…

p.s. no dia em que estejam cansados da minha voz avisem, que eu falo mais baixo (font/size 8)

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Fim de emissão

Alguns lembram ainda o sinal de fim de emissão. Memória, talvez mais presente pela RTP. O hino nacional e… depois… a mira técnica. Assim terminavam as emissões. A televisão acabava, não se podia mudar para outro canal. Assim, ver televisão tinha … Continuar a ler

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