O euro nasceu de uma visão (turva) de estadistas como Helmut Kohl, François Miterrand e Jacques Delors; vai-se provando todos os dias que não é possível manter uma união monetária sem uma efectiva união política, e como ninguém quer essa união política, o euro tal como o conhecemos tem os dias contados. Só o eixo franco-alemão e os países satélites têm capacidade para o manter, e portanto colocar-se-ão duas hipóteses num futuro cada vez mais próximo: ou abandono do euro por parte de mais de 50% dos países que formam actualmente o eurogrupo, ou a passagem completa e formal das finanças desses países cucos para a alçada do eixo referido. Mark my words.
Anúncios