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Crítica Cinéfila.

Depois de uns longos cinco meses sem Crítica Cinéfila com igual escassez de idas ao cinema (toda a gente sabe que nos últimos meses do ano os filmes que estreiam não ficarão certamente conhecidos pela sua qualidade), voltamos hoje, mais uma vez, com a nossa “famosa” Crítica.

E assim sendo o escolhido de ontem foi o 12 Anos Escravo (12 Years a Slave), 2013. Filme de Steve McQueen com Chiwetel Ejiofor, Dwight Henry, Kelsey Scott, Michael Fassbender e Brad Pitt entre outros.

http://www.imdb.com/title/tt2024544/?ref_=nv_sr_1

O filme retrata os anos de escravatura no Sul dos Estados Unidos e conta a história de um homem negro, pai de família (livre e abastado), que um dia é raptado e, na impossibilidade de provar a sua origem, é vendido como escravo e assim vive durante 12 anos. De referir ainda que o filme é baseado em factos verídicos…

Começo por dizer que provavelmente nunca tinha saído de uma sala de cinema tão “incomodado”… Toda a audiência saiu da sala literalmente em silêncio, com um fortíssimo nó no estômago!!! O filme é muito bom, certamente, e conta com (pelo menos) duas MAGNÍFICAS interpretações: Chiwetel Ejiofor (o “escravo”) e Michael Fassbender (o sádico/psicopata dono do “escravo”). Fassbender tem uma interpretação assombrosa, as feições dele transfiguram-se de maldade e sadismo nas cenas mais violentas.

Mas como não há bela sem senão também tenho uma crítica negativa: Na minha opinião o filme é “demasiado comercial”, ou seja, é daqueles filmes que são feitos literalmente para ganhar Óscares (e vai ganhá-los com certeza!!!). Toda a gente sabe que sexo + violência + temática polémica/sensível = Óscares!!! E se a esta “receita” juntarmos algum nome sonante (neste caso claramente Brad Pitt) então não há mesmo que enganar, venham os Óscares… Para além disso, sem qualquer sombra de dúvida, as cenas de violência são demasiado longas e demasiado explícitas, claramente excessivas!!!

Posto isto continua a ser um filme a não perder, pelo menos para os menos impressionáveis. Quanto aos outros aconselho alguma “mentalização prévia”… Mas vamos ter Óscares com certeza!!!

…When everything is lost, there is nothing else to lose. Uma citação que pode resumir todo o filme…

Bom filme!!!

Da violência

Ainda há sítios onde uma polícia abate, pela primeira vez, um homem. Vivemos num mundo colérico, mas são estes exemplos que mostram que a criminalidade violenta não faz parte obrigatoriamente da comunidade, seja ela qual for, país, localidade ou mesmo família. Até mesmo no interior de cada um de nós. 

Constância e Tomar, mais concretamente. Das belezas naturais e locais a vistar há muito por aí espalhado. Interessam-me mais os detalhes:

  1. Ficar. Quinta de S. Bárbara em Constância. Um turismo rural muito aprazível, quarto espaçoso e confortável, pequeno-almoço talvez de variedade escassa. O preço do Booking foi o preço de tabela.
  2. Comer. Sem pesquisa anterior a sorte protegeu-me: em Constância o D. José Pinhão e o Remédio D’Alma, em Tomar a Casa Matreno. Todos com um toque especial e boa cozinha, os dois primeiros com preços na ordem dos 20,00 € por pessoa, o último por este valor comem dois.
  3. Experimentar. Fatias de Cá, conhecem? Eu não tinha ainda visto nada deles, e agora faço questão de os voltar a ver noutros sítios. Esta encenação de “O Nome da Rosa” no Convento de Cristo, à noite, vale mesmo muito a pena.

Fotos não há que a câmara do meu Blackberry é manhosa.

É fechar!

Airport director Pedro Neves told EUobserver that 90 flights are expected to come in and out of Beja in 2013 – equivalent to just under two per week. [...] For the moment, however, it offers a runway to nowhere.

(Inicialmente encontrado aqui)

E agora a asoociação fácil, fácil:

titula o JN hoje. Venha daí o nosso abraço. E ao Pavarotti também.

Rick Deckhard

Harrison Ford

Deckard: Have you felt yourself to be exploited in any way?

Zhora: Like what?

Deckard: Well… well, like to get this job. I mean, did… did you do, or… or were you asked to do anything lewd… or unsavory, or… or, otherwise repulsive to your… your person, huh?

Zhora: [laughs] Are you for real?

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